Alerta na Copa do Mundo 2026: Cobra venenosa interrompe rotina e assusta seleção da Alemanha nos EUA

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Serpente venenosa invade CT da Alemanha nos EUA e muda a rotina de Joshua Kimmich e elenco na Copa do Mundo 2026

Por Redação Copa do Mundo | Atualizado em 18 de junho de 2026

A jornada da seleção da Alemanha rumo ao título da Copa do Mundo 2026 ganhou um elemento de tensão completamente inesperado fora das quatro linhas. Durante o período de preparação em Winston-Salem, no estado da Carolina do Norte (EUA), a delegação alemã foi surpreendida pelo aparecimento de uma cobra-cabeça-de-cobre (copperhead) nas dependências do centro de treinamento, acendendo o sinal de alerta na comissão técnica e nos atletas.

O incidente foi detalhado pelo capitão da equipe, Joshua Kimmich. Em entrevista concedida à BBC Sport, o meio-campista revelou que o susto modificou os hábitos de trabalho no gramado, exigindo vigilância constante. O elenco — que estreou na competição com uma expressiva goleada por 7 a 1 contra Curaçao — agora divide o foco entre a bola e o chão.

Risco real em solo americano

"Encontramos uma serpente e fomos alertados sobre o seu veneno. Uma picada exige atendimento médico hospitalar imediato. Embora saibamos que o ataque raramente é letal, o perigo é real. Passamos a monitorar cada passo que damos no campo", confessou Kimmich.

De acordo com os órgãos de proteção ambiental da Carolina do Norte, a espécie identificada está entre os répteis peçonhentos de maior incidência na região sudeste do território norte-americano, justificando o receio dos alemães.

Outras seleções sofrem com a fauna local na Copa do Mundo 2026

O contratempo geográfico não é uma exclusividade dos germânicos. A seleção da Suíça, sediada temporariamente em San Diego, precisou isolar e colocar placas de advertência em setores específicos do seu complexo esportivo pelo mesmo motivo.

Da mesma forma, a delegação da Noruega manifestou forte incômodo com o ecossistema local. O capitão norueguês, Kristian Thorstvedt, não escondeu sua insatisfação ao ser informado sobre a circulação de animais silvestres no perímetro de treino, declarando à revista People o seu descontentamento com o cenário.

Foco dividido às vésperas dos próximos jogos

Para Kimmich, o fator psicológico adiciona uma carga extra de complexidade ao torneio, somando-se à natural cobrança por resultados no Mundial.

"Em nosso país, nossa única preocupação gira em torno de estratégias táticas, prevenção de lesões e análise dos rivais. Aqui nos Estados Unidos, precisamos olhar atentamente para onde pisamos antes de iniciar qualquer atividade. Buscamos manter a concentração no futebol, mas é inegável que isso interfere na dinâmica dos nossos treinos", concluiu o líder alemão.

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