Investigador húngaro localizou pedaços de corpos e órgãos na casa de um ex-auxiliar de hospital em Budapeste; suspeito confessou ter consumido carne humana.
A operação policial que resultou na detenção do suspeito foi coordenada pelo Escritório Nacional de Investigação da Hungria, desencadeada após denúncias anónimas detalharem as atividades ilícitas e bizarras do envolvido.
Durante os mandados de busca e apreensão efetuados no apartamento do investigado, os agentes de segurança depararam-se com provas perturbadoras: crânios humanos, um membro inferior intacto, uma mão e uma máscara macabra confecionada com pele de rosto humano. Numa mala guardada no local, foram localizados diversos outros ossos. A equipa forense também recolheu um coração acondicionado num frasco, que passa por análises laboratoriais para determinar se a procedência do órgão é humana ou animal.
Na fase de interrogatório perante as autoridades húngaras, o homem assumiu a autoria da recolha dos tecidos biológicos. Mais do que isso, confirmou ter cozinhado e ingerido refeições preparadas com os restos mortais humanos. O acusado segue detido sob a acusação formal de manipulação e utilização ilegal de cadáveres.
Segundo o relatório oficial divulgado pela polícia de Budapeste, o agressor descrevia-se como um "entusiasta das áreas de anatomia e patologia", mantendo também o hábito recorrente de realizar a dissecação de animais mortos.