Família com Polidactilia comemora o ‘Hexa’ gerações antes da Seleção Brasileira

quarta-feira, 24 de junho de 2026
Para os Silva, família de Águas Claras (DF), ter seis dedos é motivo de orgulho

Para os Silva, família de Águas Claras (DF), ter seis dedos é motivo de orgulho

Reprodução/Arquivo pessoal

Enquanto o Brasil busca o hexacampeonato na Copa do Mundo contra a Escócia, a família Silva, famosa por ter seis dedos nas mãos e pés, já é hexa há várias gerações. Palavras-chave: Copa do Mundo 2026, Seleção Brasileira, polidactilia hereditária, família com seis dedos, Brasil e Escócia, hexacampeonato.


Bnews
por Redação 1feed site
Publicado em 24/06/2026

No clima decisivo da Copa do Mundo, uma torcida muito particular chama a atenção no Brasil. Enquanto a Seleção Brasileira entra em campo em busca do tão sonhado hexacampeonato mundial, os integrantes da família Silva, residentes em Brasília, brincam que já alcançaram essa marca há muitas gerações — literalmente. Isso porque grande parte dos membros da família nasce com seis dedos nas mãos e nos pés, uma condição genética rara.

"Quem tem apenas cinco dedos é que destoa por aqui", brinca Silvia Santos da Silva. Na residência dos Silva, o nascimento de bebês com polidactilia — anomalia congênita caracterizada pela presença de dedos sobressalentes — é motivo de festa e grande expectativa. A característica, majoritariamente hereditária, é passada de forma linear através das gerações da linhagem familiar.

O caso peculiar dos brasilienses ultrapassou as fronteiras do futebol e da curiosidade popular. Em 2016, cientistas alemães convidaram membros da família para participar de um estudo genético aprofundado, cujos resultados científicos foram publicados na renomada revista internacional Nature Communications, mapeando o comportamento dessa herança biológica.


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Aos 64 anos, Silvia, neta do pioneiro a manifestar a polidactilia na família, transfere o peso do título para os gramados. Segundo ela, a cobrança interna para que a Seleção Brasileira conquiste o título é imensa. "A nossa cobrança é forte, queremos ver o Brasil avançar. Acho o comando técnico atual um pouco comedido; falta um gás extra para o elenco buscar a taça", avalia, cobrando ajustes táticos para o confronto decisivo contra a Escócia.

O cenário para o Brasil exige atenção. Um triunfo contra os escoceses é fundamental para assegurar a liderança do Grupo C, evitando um cruzamento precoce e complexo contra a Holanda, favorita a liderar o Grupo F na fase de mata-mata. Empatada em pontos com o Marrocos, a equipe canarinha precisa assegurar a vitória e torcer pelo saldo de gols para avançar na primeira colocação do grupo.

Ao ser questionada sobre a possibilidade de festejar o hexacampeonato oficial, Silvia revela o desejo de celebrar diretamente nos Estados Unidos, país sede da competição, mantendo o otimismo ativo enquanto a bola rola.


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